Fuvest 2026: veja 5 táticas para arrebentar na nova redação

A segunda fase da Fuvest 2026 acontece em 14 e 15 de dezembro, com aplicação em 36 escolas distribuídas por 21 cidades e na capital paulista. Os portões abrem ao meio-dia e a prova começa às 13h; o candidato terá quatro horas para concluir cada etapa.

No primeiro dia, além de 10 questões de Português, o vestibulando produzirá a temida redação. A grande novidade é a possibilidade de escolher entre dissertação, crônica, carta ou manifesto, mudança que exige preparo fino e estratégia certeira.

Redação da Fuvest 2026: domine o formato e ganhe pontos

A Fuvest manteve critérios rigorosos para todos os gêneros: clareza, coesão, repertório sociocultural pertinente e respeito às normas cultas. Dissertações pedem tese clara e argumentos concatenados; crônicas, cartas e manifestos exigem adequação ao propósito e ao leitor.

Especialistas lembram que a prova costuma trazer temas filosóficos ou de impacto global, diferentes dos problemas sociais específicos abordados no Enem. Portanto, vale treinar questões abstratas como liberdade, progresso ou identidade.

Durante a preparação, simule a situação real: planeje o texto, faça rascunho, revise e copie a versão final dentro do tempo limite. Esse treino ajuda a evitar bloqueios na hora decisiva e garante que cada frase tenha função no argumento.

Dicas práticas para brilhar na redação da Fuvest 2026

As cinco táticas infalíveis

  • Conheça os critérios de correção: leia o manual da banca, entenda como cada gênero é avaliado e entregue exatamente o que o examinador procura.
  • Mire nos temas recorrentes: estude provas anteriores e identifique a linha filosófica preferida pela Fuvest. Prepare repertório variado, mas relevante.
  • Treine com propósito: produza textos sob cronômetro, corrija com base nos critérios oficiais e ajuste pontos fracos, como coesão ou profundidade dos exemplos.
  • Use repertório na medida certa: referências literárias, históricas ou culturais devem dialogar com a tese; citações soltas podem prejudicar a nota.
  • Fuja dos erros clássicos: não mude de gênero no meio do caminho, evite argumentos superficiais e nunca apresente ideia nova na conclusão.

Ricardo Russano dos Santos, do COC, alerta que este não é o momento de produzir dezenas de textos de última hora. Ele recomenda foco e equilíbrio, reforçando que a redação pode definir a classificação final.

Para quem acompanha o Curso Agora eu Passo, a ordem é simples: revise critérios, organize repertório e chegue à prova com estratégia clara. Assim, cada linha escrita valerá o esforço de um ano inteiro de estudos.

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