IFG abre 225 vagas para especialização gratuita EAD em Educação e Sustentabilidade

Quer aprofundar seus conhecimentos em sustentabilidade sem gastar um centavo? O Instituto Federal de Goiás anunciou uma especialização gratuita EAD que promete mexer com o calendário de quem atua ou quer atuar na área ambiental.

O curso, previsto para começar no primeiro semestre de 2026, foi montado em parceria com a Universidade Aberta do Brasil e a CAPES. Na prática, isso significa conteúdo robusto, sem mensalidade, taxa de inscrição ou matrícula — uma chance rara para turbinar o currículo.

Especialização gratuita EAD começa em 2026

Ao todo, são 225 vagas distribuídas igualmente entre cinco polos presenciais: Alto Paraíso, Formosa, Mineiros, Niquelândia e Senador Canedo. Mesmo sendo um curso a distância, o estudante precisa eleger um desses polos, onde participará de eventuais atividades obrigatórias.

A duração é de 12 meses, com aulas via Ambiente Virtual de Aprendizagem, utilizando a plataforma Moodle e encontros síncronos por webconferência. A proposta pedagógica é interdisciplinar, conectando educação, meio ambiente, sustentabilidade e gestão de recursos naturais.

O público-alvo principal são professores da rede pública com diploma de graduação, mas o edital libera vagas remanescentes para demais candidatos. A seleção ocorrerá por análise curricular, sem prova objetiva, atribuindo pontos à titulação, tempo de docência e vínculo com a rede pública. A lista final sai em 30 de janeiro de 2026.

Como se inscrever na pós do IFG

Interessados têm até 5 de janeiro de 2026 para concluir o cadastro totalmente on-line. Basta preencher o formulário eletrônico, anexar RG, diploma de graduação e, se for o caso, documentos que comprovem experiência docente.

As inscrições são gratuitas e devem ser enviadas em formato PDF, conforme exigido no edital. Quem deixar para a última hora corre o risco de enfrentar sobrecarga no sistema e perder a chance de estudar numa especialização gratuita EAD.

Quem pode participar

O edital reserva vagas para ações afirmativas, contemplando candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência, em conformidade com a legislação. Candidatos fora da rede pública entram na lista de espera e só assumem vaga se houver sobra após atender o público prioritário.

Vale lembrar que o curso do IFG não cobra nenhuma taxa ao longo dos 12 meses, exigindo apenas dedicação aos estudos e participação nos momentos presenciais. Segundo o portal Curso Agora eu Passo, iniciativas como essa vêm ganhando força por democratizar o acesso à pós-graduação e impulsionar carreiras ligadas à sustentabilidade.

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