“Preciso saber inglês para concursos?” – Se você já se fez essa pergunta, saiba que não está sozinho. Muita gente congela só de ver um enunciado em inglês na prova. E o curioso é que, na maioria das vezes, o susto é maior do que a dificuldade real. As bancas não estão pedindo para você escrever uma redação em Oxford English. Elas querem saber se você entende um texto simples, técnico e direto. Só isso.
O problema é que o trauma com o idioma começa lá no ensino médio e gruda feito chiclete no tênis. Mas calma: não é preciso ser fluente para mandar bem. Com um pouco de vocabulário, interpretação e atenção aos falsos cognatos, já dá pra sair na frente da maioria.
Se você quer algo prático e rápido para não se perder nas palavras, eu uso o Como Se Fala, um site direto ao ponto que traduz em contexto, ou seja, com exemplos de frases, e ainda com áudio. Ideal pra concurseiro que não tem tempo a perder.
No fim das contas, o inglês em concursos é mais aliado do que vilão — se você souber domar a fera.
O que devo estudar de inglês para concursos públicos?

Se você está se perguntando o que deve estudar de inglês para concursos públicos, a resposta é menos assustadora do que parece. Esqueça filmes sem legenda ou debates acalorados sobre gramática avançada. A verdade é que a maioria dos concursos cobra interpretação de texto, com foco em vocabulário e estruturas básicas da língua inglesa.
O conteúdo geralmente envolve:
- Leitura e compreensão de textos técnicos ou jornalísticos
- Vocabulário essencial, incluindo falsos cognatos e expressões comuns
- Pronomes, preposições e conectivos (although, however, therefore)
- Tempos verbais simples (presente simples, passado simples)
- Modal verbs (can, must, should)
Esse tipo de conteúdo costuma aparecer com mais frequência em concursos da Polícia Federal, Receita Federal, Itamaraty, e até em alguns tribunais e universidades federais. Bancas como CESPE/CEBRASPE, FCC e FGV são conhecidas por incluírem textos em inglês nas provas, quase sempre acompanhados de questões sobre o significado geral do texto ou interpretação de trechos específicos.
É importante também entender o contexto das palavras e não se prender à tradução literal. Muitas vezes, uma palavra tem múltiplos significados e o que define o correto é o contexto. Aqui, ferramentas como o Como Se Fala são extremamente úteis, oferecendo traduções rápidas e focadas no uso prático, com aplicação em contexto.
Em resumo, não é sobre decorar regras gramaticais, e sim sobre entender o essencial para interpretar com segurança e ganhar pontos valiosos na prova.
Como estudar inglês para a prova de concurso sem pirar?

Estudar inglês para concursos pode parecer uma missão impossível, mas a verdade é que dá para aprender o necessário sem surtar. O segredo está em estudar com foco no que realmente cai na prova, e não tentar virar fluente da noite pro dia.
O primeiro passo é ler em inglês com frequência, mesmo que sejam textos simples. Sites como BBC Learning English, News in Levels, que é um site que te apresenta uma notícia em 3 niveis diferentes de inglês, e, claro, leia textos de provas anteriores, isso ajuda a treinar o olhar. O objetivo aqui não é entender tudo, mas sim desenvolver o reconhecimento de padrões — aquela habilidade de bater o olho e já sacar o sentido geral.
Outro ponto essencial é montar um vocabulário ativo, com palavras que costumam aparecer em exames. Faça uma lista com os principais verbos, substantivos e conectivos cobrados por bancas como CESPE e FGV. Use cartões, apps como Anki ou caderninhos, tanto faz — desde que você revise com frequência.
Ah, e claro: resolva questões anteriores. Nada prepara melhor do que ver como a banca pensa. Além disso, pratique a leitura com tempo cronometrado, simulando a pressão da prova real.
No fim das contas, estudar inglês para concurso não precisa ser um fardo. Com estratégia e constância, você vai ver que o bicho-papão não é tão feio assim.
O que mais cai na prova de inglês?
Quando o assunto é inglês para concursos, a pergunta que mais ouço é: “O que mais cai na prova?” E a resposta, felizmente, é bem objetiva. Em 90% dos casos, o que se cobra é interpretação de texto. Não é gramática pesada, nem tradução palavra por palavra — é compreensão global e pontual do conteúdo.
A estrutura típica da prova inclui um texto curto ou médio, geralmente adaptado de jornais, revistas ou sites internacionais, seguido de 3 a 5 questões. As perguntas mais frequentes abordam:
- Significado de palavras ou expressões no contexto
- Ideia principal do texto
- Informações implícitas ou inferências
- Sinônimos ou antônimos no trecho
- Falsos cognatos que induzem ao erro
Gramática até aparece, mas pontualmente. Pode cair uma questão sobre pronomes, tempos verbais básicos ou modal verbs (can, should, may). Mas o foco continua sendo a leitura.
E sabe o que é melhor? Você não precisa de vocabulário avançado. Conhecer bem as palavras mais comuns e entender conectores lógicos já te coloca à frente de muita gente.
Se quiser exemplos práticos, dá uma olhada nas provas da CESPE, FCC e FGV dos últimos anos. Elas seguem esse padrão.
No fim, o segredo não é saber tudo, mas saber o que realmente importa.
Quais são os principais conteúdos de inglês que devo estudar?
Se você quer estudar inglês para concursos de forma estratégica, o primeiro passo é saber quais conteúdos realmente importam. Não adianta gastar energia com tópicos avançados se as bancas cobram o básico bem feito. A maioria das questões gira em torno de leitura e interpretação, mas há sim alguns conteúdos gramaticais e de vocabulário que merecem atenção especial.
Veja a seguir os principais conteúdos de inglês que você deve dominar:
- Pronomes (pessoais, possessivos, relativos)
- Verbos básicos e tempos verbais simples (presente, passado, futuro)
- Modal verbs como can, should, must, may
- Preposições mais comuns (in, on, at, by)
- Conectivos que indicam contraste ou causa (although, however, because, therefore)
- Falsos cognatos (ex: “pretend” não é “pretender”)
- Vocabulário contextual: palavras mais recorrentes em textos de concursos
Esses elementos aparecem com frequência em provas da FGV, FCC, CESPE e outras bancas. Eles servem como base para entender os textos e responder às questões com segurança.
Estudar com foco nesses tópicos evita perda de tempo com conteúdos desnecessários e aumenta muito suas chances de acerto. Com organização e prática constante, até quem nunca gostou de inglês pode se sair bem.
O que significam os níveis A1, A2, B1, B2, C1 e C2 no inglês?

Se você está estudando inglês para concursos, pode ter se deparado com siglas como A1, A2, B1, B2, C1 e C2. Esses níveis fazem parte do Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR) e servem para classificar o grau de proficiência de um estudante em inglês — do iniciante ao fluente.
Veja um resumo simples:
|
Nível |
Descrição |
|
A1/A2 |
Iniciante / Básico – frases simples, vocabulário limitado |
|
B1/B2 |
Intermediário – leitura, interpretação e conversação funcional |
|
C1/C2 |
Avançado / Fluente – domínio completo da língua |
Para fins de prova de concurso público, nível B1 ou B2 já é mais do que suficiente, já que as questões exigem leitura e compreensão de textos objetivos, não produção escrita ou fala.
Saber onde você está nesses níveis ajuda a montar uma rotina de estudos mais assertiva. Afinal, não é preciso virar nativo — é preciso entender o que a banca quer.
Qual a ordem certa para estudar inglês se meu foco é concurso?
Se o seu objetivo é estudar inglês para concursos, seguir uma ordem lógica de aprendizado pode acelerar (e muito) o seu progresso. Em vez de sair devorando gramáticas ou decorando listas aleatórias de palavras, o ideal é começar pelo que mais cai nas provas: interpretação de texto.
A ordem recomendada é:
- Vocabulário essencial
Comece com as palavras mais frequentes em provas: verbos básicos, pronomes, conectores e falsos cognatos. - Leitura e interpretação
Treine com textos curtos de provas anteriores. Concentre-se em entender a ideia principal e os detalhes que geram perguntas. - Gramática funcional
Aprenda o necessário para entender os textos, como tempos verbais simples, preposições e modal verbs. - Prática com questões anteriores
Resolva provas reais das bancas que você vai enfrentar (CESPE, FGV, FCC). Isso te dá ritmo e confiança. - Revisão constante
Revise seu vocabulário com flashcards ou ferramentas digitais, como Anki, e reforce pontos fracos.
Essa abordagem ajuda você a se manter focado, evita sobrecarga e garante que cada etapa prepare terreno para a próxima. No final das contas, estudar inglês para concurso não é sobre saber tudo — é sobre saber o que importa.
Conclusão: O inglês é vilão ou aliado na sua aprovação?
Depois de tudo isso, a pergunta final é: o inglês é vilão ou aliado na sua aprovação? E, sinceramente, tudo depende de como você encara a matéria. Para muitos concurseiros, o inglês parece um bicho de sete cabeças — mas a verdade é que, com foco na interpretação de texto e no vocabulário certo, ele pode se tornar um diferencial competitivo.
Em provas objetivas, inglês para concursos costuma ter peso igual às demais disciplinas, e uma ou duas questões certas podem te colocar acima da nota de corte. Ou seja, ignorar o idioma pode ser um tiro no pé.
Com ferramentas práticas como o Como Se Fala, Anki, News in Levels e outras mencionadas aqui, estudar inglês se torna mais leve e direto. É só uma questão de estratégia, não de genialidade linguística.
No fim das contas, o inglês não é vilão nem mocinho. Ele é só mais uma parte do caminho — e você decide como lidar com ela.
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